sábado, 30 de janeiro de 2010

PORQUE CONTRATAR UM CORRETOR DE IMÓVEIS?


Para dar segurança a sua família e ao seu patrimônio, um corretor se encarrega de fazer uma prévia seleção de quem deve ou não conhecer seu patrimônio e sua intimidade, levar qualquer um para sua casa pode sair muito mais caro do que a comissão do corretor, um seqüestrador ou ladrão pode muito bem desistir de roubá-lo quando percebe que o negócio é feito por um corretor de imóveis.

Para evitar especulações e perda de tempo, muita gente usa seu imóvel para servir de referência, o proprietário sem corretor de imóveis não sabe quando isto acontece e acaba fazendo papel de bobo, pois em muitos casos, oferece um imóvel que esta acima do preço, e acaba recebendo apenas pessoas que querem mostrar que outros negócios estão mais baratos e vantajosos do que o seu, o proprietário não saberá administrar os pontos fortes de seu patrimônio nem contornar os pontos fracos, ao passo que um profissional saberá lidar com estas dificuldades.

Para saber lidar com a parte burocrática, a legislação imobiliária é extensa e complexa e os contratos de compra e venda são documentos legais, um contrato mal escrito pode fazer com que a venda não se concretize, ou atrase seus recebimentos, ou ainda custar a você muito dinheiro em reparos e correções. Um corretor de imóveis sabe quais atos precisam ser feitos e pagos por você, sabe qual documentação você deve ter em ordem para poder vender e como as restrições contratuais e de zoneamento locais podem afetar a transação, se houver erros em sua documentação ou sua propriedade, o corretor saberá corrigi-las.

Segurança legal, caso o profissional se comporte de má fé, existe uma entidade profissional que se encarrega de fiscalizar regulamentar e penalizar os corretores de imóveis, denominada creci (conselho regional de corretores de imóveis ).

Lembrem-se que depois de concretizado o negócio, procurar o Cartório de Registro de Imóveis competente para verificar se existe algum ônus no imóvel e, depois, o Tabelião de confiança para a lavratura da Escritura.
Verificar também eventuais débitos de IPTU, FORO, CONDOMÍNIO, ÁGUA e ENERGIA.
Somente a Escritura, que obrigatoriamente deverá ser registrada no Cartório de Registro de Imóveis competente, dará a propriedade definitiva ao Comprador.


Fonte: Blog Fernando Oliveira Imóveis.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Aluguel que vence em fevereiro pode cair 0,67%.

O Índice Geral de preços do Mercado (IGP-M) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), tradicionalmente eleito como indexador dos contratos de aluguel, aumentou 0,63% em janeiro. Com isso, os contratos de locação com aniversário em fevereiro poderão ser deflacionados em 0,67%, variação acumulado do índice entre fevereiro de 2009 a janeiro de 2010.
"Esse aumento, que provavelmente decorre da recente desvalorização do real diante do dólar norte-americano, amenizou o processo de escala da deflação acumulada do índice observada entre os meses de setembro e dezembro de 2009?", analisa Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
Os contratos de locação com reajuste em janeiro, indexados pela variação acumulada do IGP-M de janeiro a dezembro de 2009, tiveram, de acordo com Akazawa, reajuste de -1,72%, ou um fator de multiplicação dos valores vigentes de 0,9828. Para os contratos que vencem em fevereiro, esse mesmo fator é de 0,9933.

Exemplo de Cálculo de Aluguel - Uma forma direta e simples de calcular o aluguel é utilizar o fator de reajuste. No caso, o fator a ser multiplicado nos contratos vigentes até janeiro é de 0,9933. Se o valor da locação de fevereiro de 2009 a janeiro de 2010 foi, por exemplo, de R$ 1 mil, o aluguel a ser pago no final de fevereiro ou início de março será de R$ 993,30.


Fonte: Revista Zap.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Mercado imobiliário deve crescer 25% ao ano em 2010

A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) estima que a liberação de novos financiamentos imobiliários deve atingir a marca de R$ 36,4 bilhões anuais em 2010, o que corresponderia a 387 mil unidades financiadas, 120 mil a mais do que opico atingido em 1981. As informações são do jornal Gazeta Mercantil.
O cálculo se baseia numa taxa de crescimento de 25% ao ano nos próximos três anos. Neste ano, até novembro, a evolução é de nada menos do que 96,6%. “Ainda assim será pouco, perto do tamanho que é nossa economia hoje”, declarou ao jornal Luiz Antonio França, novo presidente da Abecip. Para este ano, que já acumula R$ 16,4 bilhões até 30 de novembro (equivalente a 177 mil unidades financiadas), a expectativa é fechar com R$ 18,6 bilhões em novos contratos.
França disse que, como a captação líquida da poupança no mesmo período também cresceu muito, atingindo no final do mês passado um saldo de R$ 178,8 bilhões, ainda há espaço para emprestar mais. Segundo o executivo, os bancos hoje estão com cerca de 80% dos recursos da poupança comprometidos com crédito imobiliário, que somam cerca de R$ 100 bilhões - o mínimo exigido é de 65%. Para ele, porém, a caderneta de poupança como principal fonte de recursos dos empréstimos imobiliários está com os dias contados. “Ao longo de 2007, os bancos já começaram a recorrer a outras formas de captação”, lembrou.

Fonte: Blog Tecnisa

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

IGP-M sobe para 0,51%


O cálculo do índice

Esse índice é fomado pelo IPA-M (Índice de Preços por Atacado - Mercado) e INCC-M (Índice Nacional do Custo da Construção - Mercado), com pesos de 60%, 30% e 10%, respectivamente. A pesquisa de preços é feita entre o dia 21 do mês anterior até o dia 20 do mês atual.
Esses indicadores medem itens como bens de consumo (um exemplo é a alimentação) e bens de produção. Entram, além de outros componentes , os preços de legumes e frutas, bebidas e fumo, remédios, embalagens, aluguel, condomínio, empregada doméstica, transportes
, educação, leitura e recreação, vestuário e despesas diversas (cartório, loteria, correio, mensalidade de Internet e cigarro.).



Fonte: Fundação Getúlio Vargas
Jornal Notícias do Dia Joinville.


segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Assinada a lei da verticalização.

Prefeito considerou a nova legislação de uso e ocupação do solo um momento histórico.

Após dois anos de intensa discussão e polêmica envolvendo a Prefeitura e a Câmara de Vereadores de Joinville, o prefeito Carlito Merss assinou na sexta-feira a lei 20/08, que trata do uso e ocupação de solo em Joinville. A complexidade do projeto envolveu duas legislaturas na Câmara, a união de 52 leis complementares, quatro leis ordinárias e dois decretos em um só texto.
Carlito Merss considerou o memento histórico diante dos avanços que serão viabilizados em Joinville, desde a verticalização até a liberação do comércio para alguns bairros. "Foi um trabalho que durou dois anos, havendo a necessidade de integração dos dois poderes. O processo é um exemplo em favor do desenvolvimento de Joinville e sinto orgulho de fazer parte deste momento", comentou.
O prefeito destacou que várias reuniões trataram do assunto de forma harmônica, em que sempre buscou-se de respeitar o esforço dos vereadores. "Tanto que vetei apenas três artigos. Nada polêmico, como alguns setores criaram no decorrer da semana" completou.
Alguns aspectos da lei ainda terão que ser discutidos com o Conselho da Cidade, como na questão da verticalização em que as construtoras terão que dar uma contrapartida.


Fonte: Rogemar Santos
Jornal Notícias do Dia Joinville.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Oportunidade!

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