quinta-feira, 7 de outubro de 2010

VENSO VENNETO IMÓVEIS CONTRATA:

SELEÇÃO ATE O DIA 15 DE OUTUBRO DE 2010.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Negociação Imobiliária

Para realizar uma negociação imobiliária, seja ela compra, venda, ou locação, de forma segura, deve-se contar com um profissional qualificado. Tomando esta medida elimina-se possíveis riscos e têm-se a garantia de maior tranquilidade.

O corretor de imóveis credenciado pode oferecer as melhores ofertas do mercado imobilário, orientar sobre todos os requisitos necessários para a elaboração de um contrato de locação ou de compra e venda, pois possui conhecimento específico e acumulado durante anos na atividade profissional.

O processo da negociação imobiliária, começa sempre pela procura do imóvel com caracteristícas determinadas em região escolhida e valores definidos pelos clientes. O corretor de imóveis é o profissional indicado para seleção das opções existentes no mercado, baseada nas exigências apresentadas e que atendam às expectativas do comprador.

Estas ações preliminares visam encontrar o produto ideal.

Encontrado o imóvel que se procura, é necessário uma análise criteriosa da documentação do imóvel e dos vendedores.

Através da matrícula do imóvel no Registro Imobiliário comprova-se a titularidade sobre o objeto da negociação, e com a solicitação das certidões negativas dos promitentes vendedores se averigua se os mesmos podem dispor livremente do bem. Como o patrimônio do devedor responde por suas dívidas, é de fundalmental importância certificar-se de que os vendedores não possuem nenhuma ação de execução que incida sobre o imóvel.

Garantida a legitimidade da transação imobiliária, chegamos ao final do processo, o fechamento do negócio.

Em pinceladas gerais, este é o processo nas maiorias das transações de compra e venda de imóveis, e estes passos mostram a importância da assessoria, em cada um deles, de um profissional imobiliário, de um corretor de imóveis credenciado, para que se tenha a tranquilidade e garantia de um ato negocial e jurídico perfeito.


Fonte: Imoblog.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Investindo em Imóveis

Apesar de muitas pessoas considerarem o investimento em imóveis como conservador, na verdade existe um risco considerável associado a este tipo de aplicação, pois trata-se de um investimento de grande porte com baixa liquidez. Rentabilidade Riscos Liquidez Custos Fundos imobiliários Residencial ou comercial?

Assim como nos demais investimentos, é preciso analisar com cuidado o retorno e o risco associado no investimento em imóveis. Quanto ao retorno das aplicações, elas são determinadas com base no valor do aluguel que pode receber pelo imóvel e no potencial de valorização da propriedade. Dependendo das características do imóvel, os ganhos com aluguel ficam entre 0,80% e 1,20% ao mês, antes do desconto de impostos. Os impostos são recolhidos com base no carnê-leão, cujas alíquotas são de 15% e 27,5%, dependendo do valor do aluguel. Além disso, é preciso pagar uma taxa para a corretora que alugou o imóvel, de cerca 10% do valor do aluguel. Já o potencial de valorização da propriedade na hora da venda é imprevisível e depende das condições do mercado e do imóvel em questão. Veja abaixo dicas de como valorizar seu imóvel.

O risco de se investir em imóveis não é tão baixo como imagina a maior parte das pessoas, pois além de se tratar de um bem de valor considerável, existe o risco de inadimplência no caso do aluguel, isto sem falar no risco de não conseguir alugar o imóvel por algum tempo e ter que arcar sozinho com todas as despesas de manutenção. Outro fator a ser considerado é o custo de manutenção, principalmente no caso de imóveis mais antigos, que por sua vez acaba refletindo no valor do próprio imóvel, que tende a ser mais baixo. Os altos custos de manutenção dos imóveis mais antigos implicam na chamada depreciação do valor do imóvel, isto é, na redução do preço de venda.

O maior problema das aplicações em imóveis é exatamente sua baixa liquidez. Ao contrário da aplicação em fundos, que você pode sacar a cada 30 dias, no investimento em imóvel você precisa encontrar um comprador, o que pode levar algum tempo.

Exatamente por isto, a aplicação em imóveis é destinada para quem pretende aplicar no médio e longo prazos, assim, nunca aplique em imóveis o dinheiro que vai precisar para pagar contas, pois você pode acabar tendo problemas sérios para gerir seu orçamento. Se o dinheiro que você pretende investir na compra do imóvel representar mais do que 30% das suas economias, então você deve ter certeza que é um excelente negócio, pois não vale a pena colocar muitos ovos na mesma cesta!

Outro aspecto importante deste tipo de aplicação são os custos, que podem acabar pensando no seu bolso, principalmente aqueles que se referem à manutenção dos imóveis. Some tudo na ponta do lápis, não se esqueça de nada, desde o condomínio, até os gastos com a faxineira para manter o imóvel limpo quando ainda não estiver alugado. Não se esqueça dos impostos e taxas, e na hora de alugar é importante fazer um contrato detalhando a responsabilidade pelos custos de manutenção do imóvel, só assim você evita disputas e dores de cabeça.

Não se esqueça também dos custos associados com a compra e/ou venda de um imóvel, como, por exemplo, corretagem, escritura, registro em cartório e imposto de transmissão. Os altos custos associados ao investimento em imóveis são a principal razão pela qual eles são considerados investimentos de longo prazo.

Para quem gosta de investir em imóveis, mas não dispõe de tempo ou de recursos necessários para ingressar no mercado tradicional, os fundos imobiliários certamente podem ser uma boa opção de investimento. Até então restritos aos grandes investidores, os fundos imobiliários estão cada vez mais se popularizando com o aumento da participação dos pequenos investidores.

Aplicar em fundos imobiliário é relativamente simples. Basta comprar cotas do fundo, da mesma forma que é feita com os fundos de investimento. Nessa categoria, a maior parte dos investidores tem um perfil mais conservador e aplica o dinheiro no longo prazo. Relativamente recentes, os fundos foram criados há cerca de nove anos e são regulamentados pela CVM (Comissão de Valores Imobiliários).


Leia todo o artigo.

Fonte: Msn dinheiro.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Novo índice imobiliário deve ser implantado no 2º semestre

O Índice Brasileiro de Rentabilidade Imobiliária (Ibri), desenvolvido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) para medir o rendimento dos investimentos em imóveis no país, deve entrar em operação no segundo semestre deste ano.

Encomendado à FGV pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Privada (Abrapp), o índice trimestral permitirá a comparação da rentabilidade do mercado imobiliário em relação a outros ativos - inclusive do próprio segmento - ou a de determinada carteira de um fundo em relação ao mercado como um todo, conforme o pesquisador e responsável pelo desenvolvimento do índice na FGV, Paulo Pichetti.

"O Ibri é o índice que falta na economia brasileira... não há índice de preços e rentabilidade reais para o setor imobiliário", disse ele nesta segunda-feira (31), em evento na sede do Secovi-SP, sindicato que representa o setor imobiliário na capital paulista.

Com base em índices semelhantes nos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Canadá, Nova Zelândia, África do Sul e Japão, Pichetti afirmou que a ausência de um indicador na América Latina é vista como um ponto fraco por potenciais investidores no mercado brasileiro.

Segundo o pesquisador, o Ibri tem a proposta de ser equivalente ao Ibovespa, principal índice acionário da Bovespa.

"Esperamos a implementação (do índice) no início do segundo semestre... estamos estudando a proposta de criação de um Conselho Diretor, buscando transparência, e a inclusão de imóveis residenciais, não só de comerciais", acrescentou, ressaltando que esta é uma demanda antiga do setor.

Responsável pela encomenda do índice, a coordenadora da Comissão de Investimentos Imobiliários da Abrapp, Carla Safady, assinalou que, ao ajudar o investidor estrangeiro que busca ingressar no mercado imobiliário brasileiro, o Ibri pode elevar o setor a outro patamar.

"A ideia é que todos os agentes do mercado imobiliário deem sua contribuição para finalmente termos um índice de referência e transparência", disse ela.

O Ibri foi elaborado pela FGV com base nas informações dos 156 imóveis que pertencem aos fundos de pensão da Abrapp.

Fonte: www.brasileconomico.com.br

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Quem deve pagar multas disciplinares condominiais?

Uma questão que vem sendo debatida há muito tempo nos meios jurídicos diz respeito à responsabilidade pela satisfação de multas disciplinares impostas pelos condomínios, em caso de imóveis locados. Ou seja, quem deve pagar o valor fixado pela administração de um condomínio como pena pelo cometimento de infração de norma condominial?

Apesar da grande discussão que existe em torno do tema, vem prevalecendo o entendimento de que a pessoa que aluga um imóvel responde pelas conseqüências do uso nocivo ou perigoso atribuído ao seu inquilino. Desta forma, pode o condomínio exigir o crédito do proprietário da unidade autônoma, que fica autorizado a buscar o reembolso do seu prejuízo junto ao locatário ou seu fiador.

As infrações disciplinares, assim como as respectivas multas, precisam estar previstas na convenção condominial ou no regulamento interno do edifício, de tal forma que não haja dúvidas sobre se um determinado tipo de procedimento constitui ou não uma violação às leis internas. Por exemplo: se não for permitido o estacionamento de veículos de terceiros na garagem do prédio, isso deve constar expressamente na convenção, ou, melhor ainda, no regulamento, com a estipulação da pena correspondente. Da mesma forma em relação a sons altos após determinado horário da noite, uso indevido de áreas de uso comum e quaisquer outras situações que os condôminos achem por bem proibir.

Estando devidamente fixadas as infrações e multas punitivas, pode o condomínio cobrá-la diretamente do inquilino infrator, até mesmo com a sua inclusão no recibo correspondente à despesa ordinária do mês, ou, se lhe convier, do proprietário da economia, inclusive judicialmente.

É que tanto a Lei nº 4.591/64, que instituiu o regime condominial no Brasil, como o novo Código Civil, que criou a figura do condomínio edilício, estabelecem que nenhum condômino pode utilizar a sua unidade autônoma de forma nociva ou perigosa ao sossego, à salubridade e à segurança dos demais comunheiros, ficando o transgressor sujeito ao pagamento de multa. E, por transgressor, de acordo com o que vem sendo decidido pelos nossos tribunais, compreende-se não apenas aquele que pessoalmente infringiu as regras da convivência social, mas também o possuidor indireto, ou seja, o proprietário-locador, já que a ele cabe a obrigação de vigilância sobre os acontecimentos relacionados com o seu imóvel.

Fonte: fórum imobiliário.


terça-feira, 30 de março de 2010

Sete dicas para não perder seu imóvel financiado

Para muitos, o financiamento imobiliário é o empurrão que faltava para a compra de um imóvel. No entanto, a falta de planejamento e outros pequenos deslizes no processo de contratação do crédito podem ser suficientes para transformar o sonho da casa própria em um pesadelo para o mutuário.

Desde 2004, o Brasil possui uma legislação bastante rígida com os devedores inadimplentes. Ao mesmo tempo em que essas leis permitiram a queda dos juros no financiamento dos imóveis também tornaram mais fácil para os bancos retomarem os bens de mutuários devedores.

1. Fique de olho nas exigências.
2. Tome o crédito certo.
3. Tenha consciência de bolso.
4. Não fique com a corda no pescoço.
5. Não se apresse.
6. Calcule o tempo.
7. Evite consórcios.

(mais…)

Fonte: Portal Exame.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Nova Lei do inquilinato deve facilitar a vida de locadores e inquilinos.

O fantasma de não receber o aluguel devido pelo inquilino está mais distante dos locadores.
Ao mesmo tempo em que amplia as garantias para o inquilino, o texto dá mais agilidade às ações de despejo. A retomada de um imóvel, que levava em média 14 meses, poderá ser feita em quatro.
O maior benefício para quem aluga um bem está justamente na confiança do proprietário do imóvel. Diminuindo o medo de prejuízo com uma demorada disputa judicial, o processo de locação tende a ficar mais fácil e barato, pois o mercado deve ganhar novas opções, embaladas pela legislação.
A regra também mudou para o fiador. A lei só não vale para as demandas judiciais em andamento antes do novo texto ter validade.

Veja como as mudanças funcionam:
LOCADOR: pode utilizar o recurso da liminar - o que diminui o trâmite processual; as ações de despejo poderão ser expedidas contra o inquilino e o fiador simultaneamente - antes só quando o locatário perdia o processo é que o fiador era acionado; o despejo continua podendo ser requisitado a partir de um dia de atraso de aluguel;

DESPEJO: A ação é suspensa caso o inquilino quite o valor integral da dívida junto ao dono do imóvel ou imobiliária num prazo de 15 dias, ou seja, o requerimento atestando intenção de pagar a dívida não tem mais validade; depois de um processo de despejo, o inquilino não deverá ter atrasos durante dois anos, porque poderá se executar o despejo imediato.

LOCATÁRIO: a renovação do contrato continua sendo automática se nenhuma das partes manifestarem-se, mas agora o inquilino tem um mês para deixar o imóvel (quando solicitado) - antes o prazo era de seis meses; para casais que separam-se durante a vigência do contrato, quem ficar no imóvel passa a ser o responsável pela locação - na lei antiga o contrato precisava ser refeito;

FIADOR: agora o fiador pode pedir desligamento da função, que acontece depois de 120 dias após a notificação do locador; em alguns casos, o proprietário também tem o direito de solicitar mudança de fiador; outra novidade é que em situação de divórcio ou morte do locatário, o fiador pode ser mantido ou substituído.

MULTA RESCISÓRIA: passa a ser proporcional ao tempo que falta para o término do contrato.

sexta-feira, 12 de março de 2010

88% usam web como fonte de informação‏ imobiliária.


A busca por imóveis está cada vez mais próxima da internet. O sólido aumento do número de pessoas com acesso à rede tem contribuído para que a realização do sonho da casa própria passe quase que necessariamente pela web.

Pesquisa conduzida pela Media Screen, a pedido do Google, mostra que, entre aqueles que compraram imóvel residencial nos últimos seis meses, 88% usaram a internet como fonte principal de informação. O levantamento também conclui que 57% dos entrevistados buscam os sites de imobiliárias nas pesquisas por imóveis.

A pesquisa entrevistou 603 brasileiros usuários da Internet. Dessas 603 pessoas, 57% têm menos de 35 anos e ficam conectados, em média, 7 horas e meia por dia.


Fonte: Blog do imóvel.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Mudanças na lei do inquilinato premiam os bons pagadores.

Diretor de legislação do inquilinato do Secovi-SP analisa mudanças instituídas pela nova lei do inquilinato.
Jaques Bushatsky

29/12/09 - A Lei 12.112 de 09/12/2009 aperfeiçoou a Lei 8.245/1991, que regula a locação de imóveis urbanos, trazendo a modernização exigida depois de 18 anos de sua vigência. Bem pensado, as mudanças tiveram o mérito de manter o bom espírito da lei de 1991 ao enfrentar as novas situações surgidas nesse período, além de trazer para o direito positivo a experiência acumulada pelo Judiciário e pelo mercado.

O primeiro beneficiado pela clareza da nova regra é o fiador, que poderá desobrigar-se no caso de divórcio, separação de fato, separação judicial ou dissolução da união estável do locatário, eliminando aquelas situações desagradáveis em que garantia determinada locação. Mesmo diante da mudança da situação conjugal permanecia o dever do fiador.
Os casos mais usuais eram os de pais afiançando a nova morada do filho recém casado e que, mesmo após a separação, continua como fiador do ex-cônjuge do seu filho, que permanecia no imóvel, muitas vezes até com um novo companheiro.
Se pouco, era desconfortável a situação do ex-sogro. De resto, ao afiançar conhecia - ou assumia - a situação econômica do casal, mas não poderia ser compelido a arcar com as conseqüências da situação financeira do novo casal ou mesmo, do solitário remanescente no imóvel.
Ainda quanto ao fiador, em vigorando o contrato de locação por prazo indeterminado, será possível a exoneração, sendo trazida para a lei das locações, neste aspecto, previsão semelhante à do art. 835, do Código Civil (Lei 10.406, de 2002).
Esta nova previsão deitou por terra imensas e abalizadas discussões doutrinárias sobre o confronto entre o artigo 39 da Lei 8.245/91 (extensão da garantia até a efetiva entrega das chaves) e a mencionada regra pertinente às fianças. E, ainda, eliminou situação inconveniente à pacificação social que há de decorrer da lei: um fiador em locação de imóvel urbano, um apartamento, por exemplo, garantia até a entrega das chaves, mas um fiador de uma locação de uma fazenda (excluída da Lei 8.245/91 pelo seu artigo 1º) poderia se exonerar.
Graças a outros dispositivos, os processos judiciais serão mais rápidos, pois suprimidos movimentos burocrático-forenses e viabilizada a citação do fiador, já ao se propor a ação de despejo por falta de pagamento cumulada com o pleito de cobrança.
Foram eliminados, na cobrança do débito, anos de trâmites judiciais. No que diz com o despejo por falta de pagamento, os operadores estimam que as ações judiciais, que hoje se arrastam por 14 meses da distribuição ao desalijo, possam ter o trâmite encolhido para cerca de sete meses. Medida revolucionária e que premia os bons pagadores, que são a maciça maioria dos locatários.


Fonte: ImovelWeb

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Setor Imobiliário corporativo prevê alta de mercado em 2010.

O ano de 2010 será de prosperidade para o setor imobiliário corporativo de alto padrão, segundo relatório da Colliers International. As projeções apontam que o número de imóveis desocupados atingirá patamares baixos; pequena oferta e demanda crescente irão ocasionar um suave aumento nos valores médios de locação.
Após um 2009 marcado por incertezas devido à crise econômica, o ano novo chega com boas expectativas no setor. Em São Paulo, os edifícios classificados A e A+ fecharam o ano passado com um estoque de 1.351.356m².
No assunto vacância, taxa de imóveis desocupados, 2009 começou com disponibilidade de 4,6% em relação ao estoque e encerrou com 8,4%, crescimento de 82% de áreas disponíveis durante os meses do ano. Este aumento deve-se pela crise que postergou a retomada da absorção de novas áreas e pela entrega de 93.324 m² de áreas úteis num ano marcado por tamanha dificuldade na economia. Já para 2010, a vacância deve alcançar patamares baixos, pois a disponibilidade atual, somada às entregas previstas, não suprirá com folga a demanda que está por vir.
Para este ano, com o crescimento de diversos setores da economia, vários ramos de atividade devem dividir a liderança na ocupação de novas áreas de escritórios. Em 2009, os setores que mais demandaram áreas foram: bancário, industrial, químico, farmacêutico, alimentício e de tecnologia.
Acompanhando o momento favorável, os valores dos imóveis corporativos de classe A e A+ devem sofrer um pequeno aumento nos preços médios de locação, ao contrário do que aconteceu no final do ano passado, quando o valor médio fechou 2009 com o preço de R$ 92,14/m², registrando uma queda de 5,4% em relação ao mesmo período de 2008.

Fonte: portaldapropaganda.com

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Saiba o que muda nas regras de declaração do IR


As novas regras para o Imposto de Renda 2010 (ano-calendário 2009), divulgadas neste mês, trazem algumas mudanças em relação ao período anterior. A alteração mais importante refere-se aos imóveis. Veja o que mudou para não errar na hora de declarar.
Agora, no que se menciona a bens, para que o contribuinte seja obrigado a entregar o IR, ele terá de ser proprietário de imóveis cuja a soma de todo o patrimônio deve ser superior a R$ 300 mil - antes o limite era de apenas R$ 80 mil.
De acordo com a Receita, a mudança é um ajuste à recente valorização dos imóveis no País. Portanto, caso o contribuinte não tenha bens com valor superior a R$ 300 mil não precisará enviar a declaração quecomeça no dia 1º de março e vai até o dia 30 de abril. Mas caso tenha tido rendimentos superiores a R$ 17.215,08 em 2009, ele será obrigado a declarar mesmo não tendo patrimônios.

IGUAL AO PERÍODO ANTERIOR
- Verifique na ficha “Bens e Direitos” o tipo de imóvel a ser declarado (terreno, edificação, galpão, loja) e selecione o código. Levante informacões sobre a situação do seu imóvel. Caso esteja finaciado, informe os valores das parcelas pagas durante o ano.
No campo “Discriminação”, deve ser informado as condições em que o imóvel foi adquirido, se ele foi quitado, financiado pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação) ou outra linha de crédito, ou comprado diretamente na planta pela construtora, localização do imóvel e valor.
O valor do imóvel só é aumentado na declaração quando são realizadas reformas e obras no imóvel. Você precisa comprovar tudo o que foi gasto na reforma, por isso é importante guardar os recibos de pagamentos efetuados com serviços, fornecedores e material.
Caso tenha herdado um imóvel no ano, informe o CPF de quem realizou a doação e informar o valor do bem.
Propriedades Rurais devem ser informadas na ficha “Bens e Direitos” apenas o terreno. Construção, gado, plantação deve ser informado na ficha “Atividade Rural”.

OUTRAS ALTERAÇÕES - Neste ano, a Receita retirou a obrigatoriedade de entrega da declaração para pessoas que sejam sócias de empresa de qualquer porte. “Mesmo que a empresa estivesse inativa, as pessoas tinham que apresentar declaração. Agora, se o sócio não se enquadrar nas outras situações de obrigatoriedade de entrega da declaração, ele não precisará mais entregar”, informou o supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir, explicando que só no ano passado a Receita recebeu 5 milhões de declarações simplesmente por conta de participação de pessoas em sociedades, mesmo que não tivessem rendimentos.
A nova instrução da Receita também permite que o contribuinte amplie o número de parcelas de pagamento do imposto, caso mude de ideia após a declaração. “Caso a pessoa escolha pagar o imposto em três cotas e depois decida que quer efetuar o pagamento em seis, ele pode. Basta retificar a declaração e ampliar o número de parcelas”, explica Garcia. A alteração pode ser realizada até a data de vencimento da última cota prevista inicialmente na declaração.

A Receita também ampliou este ano o grupo de pessoas que não pode entregar a declaração em formulário de papel. A partir de agora, o contribuinte que recebeu rendimentos com exigibilidade suspensa do Imposto sobre a Renda (que está depositado em juízo, aguardando determinação final da Justiça) também será obrigado a entregar a declaração pela internet.
Por fim, o prazo para a entrega da declaração foi alterado em apenas um minuto. No ano passado, o contribuinte podia realizar a declaração até as 24 horas do último dia de recolhimento - agora esse prazo é até as 23h59. Quem perder o prazo está sujeito a uma multa de 20% do imposto devido, com valor mínimo de R$ 165,74.
Segundo Adir, a expectativa é de que o órgão receba 24 milhões de declarações em 2010, ante 25,5 milhões em 2009. Apesar de as mudanças flexibilizarem as regras para cerca de 10 milhões de pessoas, a Receita não espera uma redução da mesma magnitude. Isso porque as pessoas têm motivos variados para prestar contas à Receita. Sem as mudanças, Adir estimava que cerca de 27 milhões entregariam declarações. Agora, a expectativa é de 24 milhões. “Tem muita gente que não precisa, mas entrega declarações”, disse Adir.

CONTRIBUINTES FORA DO PAÍS - Contribuintes que deixarem o Brasil de forma definitiva não precisarão mais fazer declaração de renda em no máximo 30 dias da saída do País. Agora, a declaração será feita somente em abril do ano seguinte à saída do contribuinte do Brasil. Mas a Receita também criou uma nova obrigação para esse cidadão: ele terá de comunicar sua saída definitiva do País à Receita até fevereiro do ano seguinte. Os contribuintes que deixam o País, mas ainda têm rendimentos no Brasil, têm tributação de 25% exclusiva na fonte. (Com Agência Estado).

Fonte: revista zap.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Construtoras projetam 20 lançamentos de imóveis só neste ano em Joinville


A maioria dois empreendimentos é para a classe média.


O mercado imobiliário de Joinville está fervendo. Neste ano, vão ser 20 novos empreendimentos, com 880 unidades, no valor de R$ 153 milhões.

— É a cidade mais atrativa do Estado, à frente de Balneário Camboriu, Florianópolis e Blumenau — diz Camilo Fortuna Pires, diretor da Companhia Província de Crédito Imobiliário.

O crescimento é favorecido pelos investimentos que a indústria está fazendo na região. Segundo a Fiesc, no ano passado foram aplicados R$ 183,2 milhões e, até 2010, outros R$ 278,2 milhões devem ser investidos anualmente.

O executivo avalia que o mercado local é 60% mais promissor do que o de Porto Alegre, que tem mais de 1,5 milhões de habitantes e tem 33 lançamentos programados para o ano.

A pesquisa mostra que boa parte dos imóveis disponíveis na cidade tem dois ou três quartos e é voltado para a classe média.

Os preços variam entre R$ 105 mil e R$ 350 mil. Centro e bairros da zona Norte concentram a maioria dos lançamentos. Grande parte das compras é feita por casais entre 30 e 39 anos. Há pouca disponibilidade de apartamentos de um quarto.

— Acreditamos que pelo preço dos terrenos ser elevado, as construtoras não invistam tanto nesse nicho de mercado — avalia Pires.

A possibilidade de que o crescimento continue nos próximos anos é grande.

— O que faz falta são condomínios de casas e apartamentos para as classes C e D, onde ainda existe um déficit de imóveis.

— É exigido um grande investimento em infra-estrutura nos loteamentos populares e de luxo, o que encarece as obras. Casas populares chegam ao consumidor por R$ 70 mil.


Fonte: A Notícia.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Segmento popular é tendência no mercado imobiliário

Segmento imobiliário investe em novos segmentos para escapara da crise.

Apesar da crise, o mercado imobiliário continua investindo em empreendimentos diferenciados, focados em novos públicos. As famílias de classe D, por exemplo, estão em franca ascensão e muitas delas passam a figurar na classe C e começam a investir no tão almejado sonho da casa própria. Um novo rumo de estabilidade econômica e de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), forte tendência do ano de 2009, é acompanhado do lançamento de linhas de crédito mais longas, especialmente desenvolvidas com foco nesse novo tipo de investidor.

Com maior acesso às linhas de crédito, desenvolvem-se novos comportamentos de consumo e aspirações mais ambiciosas, especialmente no que diz respeito à classe C. Com isso, surgem também novas oportunidades de negócios com práticas e tecnologias diferenciadas.

Pedro Cesar Rychuv Santos, consultor do Sebrae no Paraná, lembra que é preciso que o empresário do ramo de construção civil esteja preparado para desenvolver produtos de qualidade, com preços acessíveis, atendendo os desejos de um público cada vez mais exigente e a procura de produtos conceituais, desenvolvidos com o intuito de proporcionar bem-estar ao seu dia a dia e de sua família".


Fonte: DCI (SP)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Crescimento do Mercado Imobiliário



Crise passou longe.
“O mercado imobiliário brasileiro cresceu muito entre 2006 e 2007 com a abertura de capital da Construção Civil e com empresas estrangeiras que aportaram no Brasil” – diz Marco Antonio Moura Demartini, diretor da Lopes Royal (DF). “Havia uma dinâmica de desenvolvimento muito forte até que veio a Crise, com o conseqüente recuo das empresas que passaram a realizar apenas o que estava previsto. Neste período o mercado se readaptou e o segmento despontou com a abertura de crédito. As empresas do setor imobiliário se voltaram também para o segmento econômico (casas até R$ 200 mil), como foi o caso da Lopes, que criou uma empresa voltada para este segmento e que hoje é a terceira em vendas. Outro exemplo é a Cirella que tem 30% das vendas neste segmento e que deverá chegar a 50% ano que vem. No caso de Brasília, o mercado é muito diferente do restante do País. Nossa população economicamente ativa é formada por 65% de funcionários públicos.

Nossa renda per capita está na casa dos 37 mil reais. Somos o segundo mercado imobiliário do Brasil com um crescimento de 161% sobre o primeiro semestre de 2008. Resumindo: “a crise passou longe daqui”.

Nos trilhos da realidade.
“A crise financeira internacional reconduziu o mercado imobiliário brasileiro aos trilhos da realidade”. É esta, em outras palavras, a análise do assunto feita por João Crestana, presidente do Secovi-SP. “O ano de 2007 foi irracional, com um crescimento fora do normal, impulsionado pela euforia que havia tomado conta dos Estados Unidos e que estava chegando por aqui. E 2008 seguia o mesmo caminho, com uma expansão de quase 15% sobre o ano anterior, até que veio a crise. O efeito do vendaval soprado por Wall Street foi um retorno à realidade e pode representar a volta à linha de crescimento sustentável que se desenhou entre 2001 e 2006 quando o setor cresceu entre 5% e 15% ao ano. Em 2007, com a chegada da euforia, o salto foi de 22,6% em novas unidades residenciais comercializadas”.
Fonte: catenaecastro.com. br

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Mercado imobiliário vive bom momento.

Economia estável e medidas do PAC geram otimismo no setor

Os financiamentos imobiliários do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiram R$ 9,5 milhões em 2006. O crescimento foi de 95,5% em relação à 2005, segundo levantamento da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip ). No primeiro quadrimestre de 2007 o volume de empréstimos do SBPE superou em cerca de 90% o volume alocado ao mercado nos 12 meses anteriores. A companhia de financiamento hipotecário Brazilian Mortgages, especializada em operações financeiras voltadas para construtoras e incorporadoras, anunciou no mês passado sua entrada no mercado de crédito a pessoas físicas. Acreditando no bom momento da economia brasileira, a empresa lançou um programa de financiamento de imóveis voltados para a classe baixa, com prazos que chegam a 30 anos. São sinais de que o mercado imobiliário brasileiro vive um bom momento graças à economia estável. Os prognósticos ficaram ainda mais otimistas após a divulgação das medidas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em janeiro de 2007.

Entre 2005 e 2006, o valor do crédito imobiliário cresceu mais de R$ 6 bilhões. Este ano espera-se um novo acréscimo de R$ 4,6 bilhões que deverá elevar o volume global de crédito para algo em torno de R$ 21 bilhões. “Nos últimos anos, uma série de mudanças institucionais, a queda na taxa de juros e o crescimento da renda propiciaram um aumento considerável na oferta de crédito no país, permitindo traçar uma trajetória mais favorável para a habitação”, acredita Fernando Garcia, economista da Fundação Getúlio Vargas, que coordenou um estudo sobre crédito imobiliário no Brasil. Segundo ele, o investimento das famílias em habitação até 2010 deve representar 5,3% do PIB, sendo que o crédito atenderá 27% desses investimentos. Em artigo publicado no Portal Exame, Roberto Perroni, diretor superintendente da Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário menciona que, em três anos, clientes da incorporadora saíram de apartamentos de R$ 350 mil para imóveis de R$ 800 mil. “A renda desses clientes dobrou? Certamente que não”, diz ele. “O que ocorreu foi uma mudança no mercado com a queda das taxas de juros e, principalmente, o alongamento dos prazos de pagamento, que passou de 36 meses para até 30 anos”, completa.

“Esta lei regulamentou o conceito de patrimônio de afetação que dá segurança aos compradores que adquirem imóveis durante a fase de construção”, diz ele. O patrimônio de afetação consiste na adoção de um patrimônio próprio para cada empreendimento, separado das demais operações da incorporadora ou construtora. Com a nova regra, todas as dívidas, de natureza tributária, trabalhista e junto a instituições financeiras, ficam restritas ao empreendimento em construção, não tendo qualquer relação com outros compromissos e dívidas assumidos pela empresa.

Isso evita o que o mercado apelidou de “efeito bicicleta” ou “pedalada”: situação das empresas em dificuldade econômica que desviam recursos de um novo empreendimento para um anterior e assim sucessivamente. O exemplo não tão recente, mas ainda vivo para os cerca de 40 mil clientes prejudicados, é o da construtora Encol, cuja falência deixou mais de 700 empreendimentos imobiliários inacabados. A mesma lei cria também a figura do incontroverso: nas demandas judiciais os valores que não estão sendo questionados devem continuar a ser pagos. “Isso deu maior segurança aos agentes financeiros e possibilitou que o retorno das operações se constituisse em importante fonte de recursos para novas operações”, explica Gonçalves.

Fonte: www.comciencia.br

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Mercado imobiliário aposta na ecologia


Cresce o número de casas e apartamentos criados com preocupação ecológica.
Fique de olho: em alguns casos, promessas "verdes" podem ser exageradas.

A preocupação com o meio ambiente chegou à mesa dos corretores imobiliários. Em São Paulo, cresce o número de casas e apartamentos criados com cuidado ecológico.

Uma construtora lançará no mês que vem um condomínio que promete respeitar a natureza, apesar de reunir mil pessoas em suas quatro torres.
“Acreditamos que nosso papel seja um papel de melhoria da qualidade de vida das pessoas e a gente usou um processo industrial pra viabilizar um custo acessível”, afirma Luiz Fernando do Valle, presidente da construtora.
Todo o esgoto dos 400 banheiros será tratado dentro do próprio condomínio e usado de novo nas descargas; a água da chuva também será coletada para regar a futura horta; cuidados que podem economizar em até 30% as despesas do futuro condomínio.

Novos hábitos

Cuidados como esse, até agora mais comuns em empreendimentos de alto padrão, já chegam uma variedade maior de condomínios. Em outra unidade que começa a ser vendida no centro de São Paulo, o respeito à natureza está em toda a parte: tem churrasqueira sem carvão, torneiras com temporizador e até usar energia solar para a iluminação das áreas comuns.

O síndico de uns empreendimentos de alto padrão lembra que não basta ter os equipamentos ecologicamente corretos. É preciso saber usá-los. “Tem que ter uma cultura, uma educação, constante treinamento dos proprietários e dos seus funcionários, porque a torneira verde fica ao lado da torneira normal e a água sai das duas torneiras”, diz Robert Schäfer.

Nem tanto

Segundo pesquisadores de arquitetura e urbanismo, todo cuidado com a natureza é importante e bem-vindo. Mas é preciso tomar muito cuidado com as promessas "verdes" para que elas não sejam meros chamarizes na hora da venda do imóvel. E em empreendimentos onde vai viver muita gente, não basta tomar conta da ecologia só do lado de dentro dos portões.

A pesquisadora da Universidade de São Paulo lembra que grandes conjuntos residenciais sempre causam impacto na cidade, mesmo incorporando as últimas novidades ecológicas. “Sustentáveis, de forma geral, eles não são. Eles têm algumas características que são desejáveis pra você diminuir a sua agressão ao meio ambiente de forma individual”, explica a urbanista Luciana Travassos.


Fonte: g1.globo.com

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Mercado imobiliário comemora boa fase e prevê crescimento maior ainda em 2010.

O aumento no financiamento de imóveis repercute direto no setor da Construção Civil, que vai fechar o ano com aumento de 23% nas vendas em relação a 2008.

Em 2009 houve um crescimento de 110% nos valores financiados para compra de imóveis em Pernambuco. No ano passado fora R$ 380 milhões e em 2009 o valor aumentou para R$ 800 milhões. 14% deste total foram destinados aos contemplados pelo programa Minha Casa, Minha Vida.
A supervisora de atendimento Cláudia Ferrer está a dois meses de realizar dois sonhos: casar e comprar uma casa própria. Ela e o noivo compraram um apartamento no bairro de Rio Doce, em Olinda, no valor de R$ 55 mil. A conquista foi facilitada pelo programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, que custeou R$ 17 mil reais, ajudando na compra do apartamento.
“Nós encontramos o apartamento, pegamos a documentação e já fomos direto à Caixa para dar entrada. O processo seguinte a Caixa Econômica já resolveu tudo com a gente e a gente assinou o contrato em cerca de 40 dias”, conta Cláudia.
O ano que vem promete ser ainda melhor porque os projetos já estão na Caixa. “Estão sendo analisados os projetos que tinham dificuldade de identificação de espaço, de terreno e certamente vários outros projetos virão pra cá pelo que a gente tem observado nas conversas com as prefeituras e Governo do Estado”, afirma Pedro Santiago, superintendente regional da Caixa Econômica Federal. “Nos próximos três meses a gente deve ter pelo menos o dobro de contratações que a gente tem hoje aqui”, calcula Santiago.
O aumento no financiamento de imóveis repercute direto no setor da Construção Civil, que vai fechar o ano com aumento de 23% nas vendas em relação a 2008. O presidente do Sindicato das Empresas da Construção Civil (Sinduscon), Gabriel Neves, comemora a boa fase e prevê um cenário mais otimista ainda em 2010. ”Esse crescimento em torno de 23% foi na faixa de imóveis para classe média, mas agora nós vamos ter imóveis voltados para classe mais popular, imóveis em torno de 40 mil reais”, explica Neves.

Fonte: Globo notícias.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Caixa Econômica pagará R$ 682 milhões a cotistas do FGTS

A Caixa Econômica Federal vai pagar cerca de R$ 700 milhões para cotistas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O pagamento foi determinado por uma decisão da Justiça e envolve cerca de 60 mil cotistas do fundo. A questão levou quatro décadas para ser decidida nos tribunais e se refere aos juros não corrigidos da chamada taxa remuneratória, que foi criado junto com o FGTS em 1967 e eliminado em 1971.
A taxa remuneratória era uma capitalização progressiva dos juros, cuja finalidade era atrair os trabalhadores para o FGTS. O percentual variava de 3% a 6% ao ano, conforme o tempo de atuação em uma empresa.
As primeiras ações na Justiça datam de 1973. No total, a Caixa Econômica vai pagar R$ 692 milhões a 60.529 cotistas. Destes, 7.962 pessoas no Rio de Janeiro devem ser contempladas pelo dinheiro, que será liberado ainda este mês ou em fevereiro.
“É um sentimento de compromisso e consciência da Conselho Curador e da Caixa de que o FGTS é privado. Estamos recompondo um direito do trabalhador”, declarou ao jornal “O Globo” o vice-presidente de Fundos de Governos e Loterias da Caixa, Wellington Moreira Franco.
Os valores variam entre R$ 380 a R$ 17.800. Os herdeiros legais dos trabalhadores que já tenham morrido terão direito a receber o dinheiro.

Fonte: SRZD.

sábado, 30 de janeiro de 2010

PORQUE CONTRATAR UM CORRETOR DE IMÓVEIS?


Para dar segurança a sua família e ao seu patrimônio, um corretor se encarrega de fazer uma prévia seleção de quem deve ou não conhecer seu patrimônio e sua intimidade, levar qualquer um para sua casa pode sair muito mais caro do que a comissão do corretor, um seqüestrador ou ladrão pode muito bem desistir de roubá-lo quando percebe que o negócio é feito por um corretor de imóveis.

Para evitar especulações e perda de tempo, muita gente usa seu imóvel para servir de referência, o proprietário sem corretor de imóveis não sabe quando isto acontece e acaba fazendo papel de bobo, pois em muitos casos, oferece um imóvel que esta acima do preço, e acaba recebendo apenas pessoas que querem mostrar que outros negócios estão mais baratos e vantajosos do que o seu, o proprietário não saberá administrar os pontos fortes de seu patrimônio nem contornar os pontos fracos, ao passo que um profissional saberá lidar com estas dificuldades.

Para saber lidar com a parte burocrática, a legislação imobiliária é extensa e complexa e os contratos de compra e venda são documentos legais, um contrato mal escrito pode fazer com que a venda não se concretize, ou atrase seus recebimentos, ou ainda custar a você muito dinheiro em reparos e correções. Um corretor de imóveis sabe quais atos precisam ser feitos e pagos por você, sabe qual documentação você deve ter em ordem para poder vender e como as restrições contratuais e de zoneamento locais podem afetar a transação, se houver erros em sua documentação ou sua propriedade, o corretor saberá corrigi-las.

Segurança legal, caso o profissional se comporte de má fé, existe uma entidade profissional que se encarrega de fiscalizar regulamentar e penalizar os corretores de imóveis, denominada creci (conselho regional de corretores de imóveis ).

Lembrem-se que depois de concretizado o negócio, procurar o Cartório de Registro de Imóveis competente para verificar se existe algum ônus no imóvel e, depois, o Tabelião de confiança para a lavratura da Escritura.
Verificar também eventuais débitos de IPTU, FORO, CONDOMÍNIO, ÁGUA e ENERGIA.
Somente a Escritura, que obrigatoriamente deverá ser registrada no Cartório de Registro de Imóveis competente, dará a propriedade definitiva ao Comprador.


Fonte: Blog Fernando Oliveira Imóveis.