quinta-feira, 7 de outubro de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
Negociação Imobiliária
terça-feira, 22 de junho de 2010
Investindo em Imóveis
Apesar de muitas pessoas considerarem o investimento em imóveis como conservador, na verdade existe um risco considerável associado a este tipo de aplicação, pois trata-se de um investimento de grande porte com baixa liquidez. Rentabilidade Riscos Liquidez Custos Fundos imobiliários Residencial ou comercial?
Assim como nos demais investimentos, é preciso analisar com cuidado o retorno e o risco associado no investimento em imóveis. Quanto ao retorno das aplicações, elas são determinadas com base no valor do aluguel que pode receber pelo imóvel e no potencial de valorização da propriedade. Dependendo das características do imóvel, os ganhos com aluguel ficam entre 0,80% e 1,20% ao mês, antes do desconto de impostos. Os impostos são recolhidos com base no carnê-leão, cujas alíquotas são de 15% e 27,5%, dependendo do valor do aluguel. Além disso, é preciso pagar uma taxa para a corretora que alugou o imóvel, de cerca 10% do valor do aluguel. Já o potencial de valorização da propriedade na hora da venda é imprevisível e depende das condições do mercado e do imóvel em questão. Veja abaixo dicas de como valorizar seu imóvel.
O risco de se investir em imóveis não é tão baixo como imagina a maior parte das pessoas, pois além de se tratar de um bem de valor considerável, existe o risco de inadimplência no caso do aluguel, isto sem falar no risco de não conseguir alugar o imóvel por algum tempo e ter que arcar sozinho com todas as despesas de manutenção. Outro fator a ser considerado é o custo de manutenção, principalmente no caso de imóveis mais antigos, que por sua vez acaba refletindo no valor do próprio imóvel, que tende a ser mais baixo. Os altos custos de manutenção dos imóveis mais antigos implicam na chamada depreciação do valor do imóvel, isto é, na redução do preço de venda.
O maior problema das aplicações em imóveis é exatamente sua baixa liquidez. Ao contrário da aplicação em fundos, que você pode sacar a cada 30 dias, no investimento em imóvel você precisa encontrar um comprador, o que pode levar algum tempo.
Exatamente por isto, a aplicação em imóveis é destinada para quem pretende aplicar no médio e longo prazos, assim, nunca aplique em imóveis o dinheiro que vai precisar para pagar contas, pois você pode acabar tendo problemas sérios para gerir seu orçamento. Se o dinheiro que você pretende investir na compra do imóvel representar mais do que 30% das suas economias, então você deve ter certeza que é um excelente negócio, pois não vale a pena colocar muitos ovos na mesma cesta!
Outro aspecto importante deste tipo de aplicação são os custos, que podem acabar pensando no seu bolso, principalmente aqueles que se referem à manutenção dos imóveis. Some tudo na ponta do lápis, não se esqueça de nada, desde o condomínio, até os gastos com a faxineira para manter o imóvel limpo quando ainda não estiver alugado. Não se esqueça dos impostos e taxas, e na hora de alugar é importante fazer um contrato detalhando a responsabilidade pelos custos de manutenção do imóvel, só assim você evita disputas e dores de cabeça.
Não se esqueça também dos custos associados com a compra e/ou venda de um imóvel, como, por exemplo, corretagem, escritura, registro em cartório e imposto de transmissão. Os altos custos associados ao investimento em imóveis são a principal razão pela qual eles são considerados investimentos de longo prazo.
Para quem gosta de investir em imóveis, mas não dispõe de tempo ou de recursos necessários para ingressar no mercado tradicional, os fundos imobiliários certamente podem ser uma boa opção de investimento. Até então restritos aos grandes investidores, os fundos imobiliários estão cada vez mais se popularizando com o aumento da participação dos pequenos investidores.
Aplicar em fundos imobiliário é relativamente simples. Basta comprar cotas do fundo, da mesma forma que é feita com os fundos de investimento. Nessa categoria, a maior parte dos investidores tem um perfil mais conservador e aplica o dinheiro no longo prazo. Relativamente recentes, os fundos foram criados há cerca de nove anos e são regulamentados pela CVM (Comissão de Valores Imobiliários).
Fonte: Msn dinheiro.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Novo índice imobiliário deve ser implantado no 2º semestre
O Índice Brasileiro de Rentabilidade Imobiliária (Ibri), desenvolvido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) para medir o rendimento dos investimentos em imóveis no país, deve entrar em operação no segundo semestre deste ano.
Encomendado à FGV pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Privada (Abrapp), o índice trimestral permitirá a comparação da rentabilidade do mercado imobiliário em relação a outros ativos - inclusive do próprio segmento - ou a de determinada carteira de um fundo em relação ao mercado como um todo, conforme o pesquisador e responsável pelo desenvolvimento do índice na FGV, Paulo Pichetti.
"O Ibri é o índice que falta na economia brasileira... não há índice de preços e rentabilidade reais para o setor imobiliário", disse ele nesta segunda-feira (31), em evento na sede do Secovi-SP, sindicato que representa o setor imobiliário na capital paulista.
Com base em índices semelhantes nos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Canadá, Nova Zelândia, África do Sul e Japão, Pichetti afirmou que a ausência de um indicador na América Latina é vista como um ponto fraco por potenciais investidores no mercado brasileiro.
Segundo o pesquisador, o Ibri tem a proposta de ser equivalente ao Ibovespa, principal índice acionário da Bovespa.
"Esperamos a implementação (do índice) no início do segundo semestre... estamos estudando a proposta de criação de um Conselho Diretor, buscando transparência, e a inclusão de imóveis residenciais, não só de comerciais", acrescentou, ressaltando que esta é uma demanda antiga do setor.
Responsável pela encomenda do índice, a coordenadora da Comissão de Investimentos Imobiliários da Abrapp, Carla Safady, assinalou que, ao ajudar o investidor estrangeiro que busca ingressar no mercado imobiliário brasileiro, o Ibri pode elevar o setor a outro patamar.
"A ideia é que todos os agentes do mercado imobiliário deem sua contribuição para finalmente termos um índice de referência e transparência", disse ela.
O Ibri foi elaborado pela FGV com base nas informações dos 156 imóveis que pertencem aos fundos de pensão da Abrapp.
Fonte: www.brasileconomico.com.br
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Quem deve pagar multas disciplinares condominiais?
Uma questão que vem sendo debatida há muito tempo nos meios jurídicos diz respeito à responsabilidade pela satisfação de multas disciplinares impostas pelos condomínios, em caso de imóveis locados. Ou seja, quem deve pagar o valor fixado pela administração de um condomínio como pena pelo cometimento de infração de norma condominial?
Apesar da grande discussão que existe em torno do tema, vem prevalecendo o entendimento de que a pessoa que aluga um imóvel responde pelas conseqüências do uso nocivo ou perigoso atribuído ao seu inquilino. Desta forma, pode o condomínio exigir o crédito do proprietário da unidade autônoma, que fica autorizado a buscar o reembolso do seu prejuízo junto ao locatário ou seu fiador.
As infrações disciplinares, assim como as respectivas multas, precisam estar previstas na convenção condominial ou no regulamento interno do edifício, de tal forma que não haja dúvidas sobre se um determinado tipo de procedimento constitui ou não uma violação às leis internas. Por exemplo: se não for permitido o estacionamento de veículos de terceiros na garagem do prédio, isso deve constar expressamente na convenção, ou, melhor ainda, no regulamento, com a estipulação da pena correspondente. Da mesma forma em relação a sons altos após determinado horário da noite, uso indevido de áreas de uso comum e quaisquer outras situações que os condôminos achem por bem proibir.
Estando devidamente fixadas as infrações e multas punitivas, pode o condomínio cobrá-la diretamente do inquilino infrator, até mesmo com a sua inclusão no recibo correspondente à despesa ordinária do mês, ou, se lhe convier, do proprietário da economia, inclusive judicialmente.
É que tanto a Lei nº 4.591/64, que instituiu o regime condominial no Brasil, como o novo Código Civil, que criou a figura do condomínio edilício, estabelecem que nenhum condômino pode utilizar a sua unidade autônoma de forma nociva ou perigosa ao sossego, à salubridade e à segurança dos demais comunheiros, ficando o transgressor sujeito ao pagamento de multa. E, por transgressor, de acordo com o que vem sendo decidido pelos nossos tribunais, compreende-se não apenas aquele que pessoalmente infringiu as regras da convivência social, mas também o possuidor indireto, ou seja, o proprietário-locador, já que a ele cabe a obrigação de vigilância sobre os acontecimentos relacionados com o seu imóvel.
Fonte: fórum imobiliário.
terça-feira, 30 de março de 2010
Sete dicas para não perder seu imóvel financiado
Para muitos, o financiamento imobiliário é o empurrão que faltava para a compra de um imóvel. No entanto, a falta de planejamento e outros pequenos deslizes no processo de contratação do crédito podem ser suficientes para transformar o sonho da casa própria em um pesadelo para o mutuário.
Desde 2004, o Brasil possui uma legislação bastante rígida com os devedores inadimplentes. Ao mesmo tempo em que essas leis permitiram a queda dos juros no financiamento dos imóveis também tornaram mais fácil para os bancos retomarem os bens de mutuários devedores.
1. Fique de olho nas exigências.
2. Tome o crédito certo.
3. Tenha consciência de bolso.
4. Não fique com a corda no pescoço.
5. Não se apresse.
6. Calcule o tempo.
7. Evite consórcios.
Fonte: Portal Exame.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Nova Lei do inquilinato deve facilitar a vida de locadores e inquilinos.
sexta-feira, 12 de março de 2010
88% usam web como fonte de informação imobiliária.

segunda-feira, 1 de março de 2010
Mudanças na lei do inquilinato premiam os bons pagadores.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Setor Imobiliário corporativo prevê alta de mercado em 2010.

O ano de 2010 será de prosperidade para o setor imobiliário corporativo de alto padrão, segundo relatório da Colliers International. As projeções apontam que o número de imóveis desocupados atingirá patamares baixos; pequena oferta e demanda crescente irão ocasionar um suave aumento nos valores médios de locação.
Após um 2009 marcado por incertezas devido à crise econômica, o ano novo chega com boas expectativas no setor. Em São Paulo, os edifícios classificados A e A+ fecharam o ano passado com um estoque de 1.351.356m².
No assunto vacância, taxa de imóveis desocupados, 2009 começou com disponibilidade de 4,6% em relação ao estoque e encerrou com 8,4%, crescimento de 82% de áreas disponíveis durante os meses do ano. Este aumento deve-se pela crise que postergou a retomada da absorção de novas áreas e pela entrega de 93.324 m² de áreas úteis num ano marcado por tamanha dificuldade na economia. Já para 2010, a vacância deve alcançar patamares baixos, pois a disponibilidade atual, somada às entregas previstas, não suprirá com folga a demanda que está por vir.
Para este ano, com o crescimento de diversos setores da economia, vários ramos de atividade devem dividir a liderança na ocupação de novas áreas de escritórios. Em 2009, os setores que mais demandaram áreas foram: bancário, industrial, químico, farmacêutico, alimentício e de tecnologia.
Acompanhando o momento favorável, os valores dos imóveis corporativos de classe A e A+ devem sofrer um pequeno aumento nos preços médios de locação, ao contrário do que aconteceu no final do ano passado, quando o valor médio fechou 2009 com o preço de R$ 92,14/m², registrando uma queda de 5,4% em relação ao mesmo período de 2008.
Fonte: portaldapropaganda.com
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Saiba o que muda nas regras de declaração do IR

IGUAL AO PERÍODO ANTERIOR - Verifique na ficha “Bens e Direitos” o tipo de imóvel a ser declarado (terreno, edificação, galpão, loja) e selecione o código. Levante informacões sobre a situação do seu imóvel. Caso esteja finaciado, informe os valores das parcelas pagas durante o ano.
O valor do imóvel só é aumentado na declaração quando são realizadas reformas e obras no imóvel. Você precisa comprovar tudo o que foi gasto na reforma, por isso é importante guardar os recibos de pagamentos efetuados com serviços, fornecedores e material.
Caso tenha herdado um imóvel no ano, informe o CPF de quem realizou a doação e informar o valor do bem.
Propriedades Rurais devem ser informadas na ficha “Bens e Direitos” apenas o terreno. Construção, gado, plantação deve ser informado na ficha “Atividade Rural”.
A nova instrução da Receita também permite que o contribuinte amplie o número de parcelas de pagamento do imposto, caso mude de ideia após a declaração. “Caso a pessoa escolha pagar o imposto em três cotas e depois decida que quer efetuar o pagamento em seis, ele pode. Basta retificar a declaração e ampliar o número de parcelas”, explica Garcia. A alteração pode ser realizada até a data de vencimento da última cota prevista inicialmente na declaração.
A Receita também ampliou este ano o grupo de pessoas que não pode entregar a declaração em formulário de papel. A partir de agora, o contribuinte que recebeu rendimentos com exigibilidade suspensa do Imposto sobre a Renda (que está depositado em juízo, aguardando determinação final da Justiça) também será obrigado a entregar a declaração pela internet.
Por fim, o prazo para a entrega da declaração foi alterado em apenas um minuto. No ano passado, o contribuinte podia realizar a declaração até as 24 horas do último dia de recolhimento - agora esse prazo é até as 23h59. Quem perder o prazo está sujeito a uma multa de 20% do imposto devido, com valor mínimo de R$ 165,74.
Segundo Adir, a expectativa é de que o órgão receba 24 milhões de declarações em 2010, ante 25,5 milhões em 2009. Apesar de as mudanças flexibilizarem as regras para cerca de 10 milhões de pessoas, a Receita não espera uma redução da mesma magnitude. Isso porque as pessoas têm motivos variados para prestar contas à Receita. Sem as mudanças, Adir estimava que cerca de 27 milhões entregariam declarações. Agora, a expectativa é de 24 milhões. “Tem muita gente que não precisa, mas entrega declarações”, disse Adir.
CONTRIBUINTES FORA DO PAÍS - Contribuintes que deixarem o Brasil de forma definitiva não precisarão mais fazer declaração de renda em no máximo 30 dias da saída do País. Agora, a declaração será feita somente em abril do ano seguinte à saída do contribuinte do Brasil. Mas a Receita também criou uma nova obrigação para esse cidadão: ele terá de comunicar sua saída definitiva do País à Receita até fevereiro do ano seguinte. Os contribuintes que deixam o País, mas ainda têm rendimentos no Brasil, têm tributação de 25% exclusiva na fonte. (Com Agência Estado).
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Construtoras projetam 20 lançamentos de imóveis só neste ano em Joinville

A maioria dois empreendimentos é para a classe média.
O mercado imobiliário de Joinville está fervendo. Neste ano, vão ser 20 novos empreendimentos, com 880 unidades, no valor de R$ 153 milhões.
— É a cidade mais atrativa do Estado, à frente de Balneário Camboriu, Florianópolis e Blumenau — diz Camilo Fortuna Pires, diretor da Companhia Província de Crédito Imobiliário.
O crescimento é favorecido pelos investimentos que a indústria está fazendo na região. Segundo a Fiesc, no ano passado foram aplicados R$ 183,2 milhões e, até 2010, outros R$ 278,2 milhões devem ser investidos anualmente.
O executivo avalia que o mercado local é 60% mais promissor do que o de Porto Alegre, que tem mais de 1,5 milhões de habitantes e tem 33 lançamentos programados para o ano.
A pesquisa mostra que boa parte dos imóveis disponíveis na cidade tem dois ou três quartos e é voltado para a classe média.
Os preços variam entre R$ 105 mil e R$ 350 mil. Centro e bairros da zona Norte concentram a maioria dos lançamentos. Grande parte das compras é feita por casais entre 30 e 39 anos. Há pouca disponibilidade de apartamentos de um quarto.
— Acreditamos que pelo preço dos terrenos ser elevado, as construtoras não invistam tanto nesse nicho de mercado — avalia Pires.
A possibilidade de que o crescimento continue nos próximos anos é grande.
— O que faz falta são condomínios de casas e apartamentos para as classes C e D, onde ainda existe um déficit de imóveis.
— É exigido um grande investimento em infra-estrutura nos loteamentos populares e de luxo, o que encarece as obras. Casas populares chegam ao consumidor por R$ 70 mil.
Fonte: A Notícia.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Segmento popular é tendência no mercado imobiliário
Apesar da crise, o mercado imobiliário continua investindo em empreendimentos diferenciados, focados em novos públicos. As famílias de classe D, por exemplo, estão em franca ascensão e muitas delas passam a figurar na classe C e começam a investir no tão almejado sonho da casa própria. Um novo rumo de estabilidade econômica e de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), forte tendência do ano de 2009, é acompanhado do lançamento de linhas de crédito mais longas, especialmente desenvolvidas com foco nesse novo tipo de investidor.
Com maior acesso às linhas de crédito, desenvolvem-se novos comportamentos de consumo e aspirações mais ambiciosas, especialmente no que diz respeito à classe C. Com isso, surgem também novas oportunidades de negócios com práticas e tecnologias diferenciadas.
Pedro Cesar Rychuv Santos, consultor do Sebrae no Paraná, lembra que é preciso que o empresário do ramo de construção civil esteja preparado para desenvolver produtos de qualidade, com preços acessíveis, atendendo os desejos de um público cada vez mais exigente e a procura de produtos conceituais, desenvolvidos com o intuito de proporcionar bem-estar ao seu dia a dia e de sua família".

Fonte: DCI (SP)
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Crescimento do Mercado Imobiliário

Nossa renda per capita está na casa dos 37 mil reais. Somos o segundo mercado imobiliário do Brasil com um crescimento de 161% sobre o primeiro semestre de 2008. Resumindo: “a crise passou longe daqui”.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Mercado imobiliário vive bom momento.
Economia estável e medidas do PAC geram otimismo no setor
Os financiamentos imobiliários do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiram R$ 9,5 milhões em 2006. O crescimento foi de 95,5% em relação à 2005, segundo levantamento da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip ). No primeiro quadrimestre de 2007 o volume de empréstimos do SBPE superou em cerca de 90% o volume alocado ao mercado nos 12 meses anteriores. A companhia de financiamento hipotecário Brazilian Mortgages, especializada em operações financeiras voltadas para construtoras e incorporadoras, anunciou no mês passado sua entrada no mercado de crédito a pessoas físicas. Acreditando no bom momento da economia brasileira, a empresa lançou um programa de financiamento de imóveis voltados para a classe baixa, com prazos que chegam a 30 anos. São sinais de que o mercado imobiliário brasileiro vive um bom momento graças à economia estável. Os prognósticos ficaram ainda mais otimistas após a divulgação das medidas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em janeiro de 2007.
Entre 2005 e 2006, o valor do crédito imobiliário cresceu mais de R$ 6 bilhões. Este ano espera-se um novo acréscimo de R$ 4,6 bilhões que deverá elevar o volume global de crédito para algo em torno de R$ 21 bilhões. “Nos últimos anos, uma série de mudanças institucionais, a queda na taxa de juros e o crescimento da renda propiciaram um aumento considerável na oferta de crédito no país, permitindo traçar uma trajetória mais favorável para a habitação”, acredita Fernando Garcia, economista da Fundação Getúlio Vargas, que coordenou um estudo sobre crédito imobiliário no Brasil. Segundo ele, o investimento das famílias em habitação até 2010 deve representar 5,3% do PIB, sendo que o crédito atenderá 27% desses investimentos. Em artigo publicado no Portal Exame, Roberto Perroni, diretor superintendente da Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário menciona que, em três anos, clientes da incorporadora saíram de apartamentos de R$ 350 mil para imóveis de R$ 800 mil. “A renda desses clientes dobrou? Certamente que não”, diz ele. “O que ocorreu foi uma mudança no mercado com a queda das taxas de juros e, principalmente, o alongamento dos prazos de pagamento, que passou de 36 meses para até 30 anos”, completa.
“Esta lei regulamentou o conceito de patrimônio de afetação que dá segurança aos compradores que adquirem imóveis durante a fase de construção”, diz ele. O patrimônio de afetação consiste na adoção de um patrimônio próprio para cada empreendimento, separado das demais operações da incorporadora ou construtora. Com a nova regra, todas as dívidas, de natureza tributária, trabalhista e junto a instituições financeiras, ficam restritas ao empreendimento em construção, não tendo qualquer relação com outros compromissos e dívidas assumidos pela empresa.
Isso evita o que o mercado apelidou de “efeito bicicleta” ou “pedalada”: situação das empresas em dificuldade econômica que desviam recursos de um novo empreendimento para um anterior e assim sucessivamente. O exemplo não tão recente, mas ainda vivo para os cerca de 40 mil clientes prejudicados, é o da construtora Encol, cuja falência deixou mais de 700 empreendimentos imobiliários inacabados. A mesma lei cria também a figura do incontroverso: nas demandas judiciais os valores que não estão sendo questionados devem continuar a ser pagos. “Isso deu maior segurança aos agentes financeiros e possibilitou que o retorno das operações se constituisse em importante fonte de recursos para novas operações”, explica Gonçalves.
Fonte: www.comciencia.br
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Mercado imobiliário aposta na ecologia

sábado, 6 de fevereiro de 2010
Mercado imobiliário comemora boa fase e prevê crescimento maior ainda em 2010.
O aumento no financiamento de imóveis repercute direto no setor da Construção Civil, que vai fechar o ano com aumento de 23% nas vendas em relação a 2008.
Fonte: Globo notícias.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Caixa Econômica pagará R$ 682 milhões a cotistas do FGTS
sábado, 30 de janeiro de 2010
PORQUE CONTRATAR UM CORRETOR DE IMÓVEIS?

