quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Setor Imobiliário corporativo prevê alta de mercado em 2010.

O ano de 2010 será de prosperidade para o setor imobiliário corporativo de alto padrão, segundo relatório da Colliers International. As projeções apontam que o número de imóveis desocupados atingirá patamares baixos; pequena oferta e demanda crescente irão ocasionar um suave aumento nos valores médios de locação.
Após um 2009 marcado por incertezas devido à crise econômica, o ano novo chega com boas expectativas no setor. Em São Paulo, os edifícios classificados A e A+ fecharam o ano passado com um estoque de 1.351.356m².
No assunto vacância, taxa de imóveis desocupados, 2009 começou com disponibilidade de 4,6% em relação ao estoque e encerrou com 8,4%, crescimento de 82% de áreas disponíveis durante os meses do ano. Este aumento deve-se pela crise que postergou a retomada da absorção de novas áreas e pela entrega de 93.324 m² de áreas úteis num ano marcado por tamanha dificuldade na economia. Já para 2010, a vacância deve alcançar patamares baixos, pois a disponibilidade atual, somada às entregas previstas, não suprirá com folga a demanda que está por vir.
Para este ano, com o crescimento de diversos setores da economia, vários ramos de atividade devem dividir a liderança na ocupação de novas áreas de escritórios. Em 2009, os setores que mais demandaram áreas foram: bancário, industrial, químico, farmacêutico, alimentício e de tecnologia.
Acompanhando o momento favorável, os valores dos imóveis corporativos de classe A e A+ devem sofrer um pequeno aumento nos preços médios de locação, ao contrário do que aconteceu no final do ano passado, quando o valor médio fechou 2009 com o preço de R$ 92,14/m², registrando uma queda de 5,4% em relação ao mesmo período de 2008.

Fonte: portaldapropaganda.com

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Saiba o que muda nas regras de declaração do IR


As novas regras para o Imposto de Renda 2010 (ano-calendário 2009), divulgadas neste mês, trazem algumas mudanças em relação ao período anterior. A alteração mais importante refere-se aos imóveis. Veja o que mudou para não errar na hora de declarar.
Agora, no que se menciona a bens, para que o contribuinte seja obrigado a entregar o IR, ele terá de ser proprietário de imóveis cuja a soma de todo o patrimônio deve ser superior a R$ 300 mil - antes o limite era de apenas R$ 80 mil.
De acordo com a Receita, a mudança é um ajuste à recente valorização dos imóveis no País. Portanto, caso o contribuinte não tenha bens com valor superior a R$ 300 mil não precisará enviar a declaração quecomeça no dia 1º de março e vai até o dia 30 de abril. Mas caso tenha tido rendimentos superiores a R$ 17.215,08 em 2009, ele será obrigado a declarar mesmo não tendo patrimônios.

IGUAL AO PERÍODO ANTERIOR
- Verifique na ficha “Bens e Direitos” o tipo de imóvel a ser declarado (terreno, edificação, galpão, loja) e selecione o código. Levante informacões sobre a situação do seu imóvel. Caso esteja finaciado, informe os valores das parcelas pagas durante o ano.
No campo “Discriminação”, deve ser informado as condições em que o imóvel foi adquirido, se ele foi quitado, financiado pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação) ou outra linha de crédito, ou comprado diretamente na planta pela construtora, localização do imóvel e valor.
O valor do imóvel só é aumentado na declaração quando são realizadas reformas e obras no imóvel. Você precisa comprovar tudo o que foi gasto na reforma, por isso é importante guardar os recibos de pagamentos efetuados com serviços, fornecedores e material.
Caso tenha herdado um imóvel no ano, informe o CPF de quem realizou a doação e informar o valor do bem.
Propriedades Rurais devem ser informadas na ficha “Bens e Direitos” apenas o terreno. Construção, gado, plantação deve ser informado na ficha “Atividade Rural”.

OUTRAS ALTERAÇÕES - Neste ano, a Receita retirou a obrigatoriedade de entrega da declaração para pessoas que sejam sócias de empresa de qualquer porte. “Mesmo que a empresa estivesse inativa, as pessoas tinham que apresentar declaração. Agora, se o sócio não se enquadrar nas outras situações de obrigatoriedade de entrega da declaração, ele não precisará mais entregar”, informou o supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir, explicando que só no ano passado a Receita recebeu 5 milhões de declarações simplesmente por conta de participação de pessoas em sociedades, mesmo que não tivessem rendimentos.
A nova instrução da Receita também permite que o contribuinte amplie o número de parcelas de pagamento do imposto, caso mude de ideia após a declaração. “Caso a pessoa escolha pagar o imposto em três cotas e depois decida que quer efetuar o pagamento em seis, ele pode. Basta retificar a declaração e ampliar o número de parcelas”, explica Garcia. A alteração pode ser realizada até a data de vencimento da última cota prevista inicialmente na declaração.

A Receita também ampliou este ano o grupo de pessoas que não pode entregar a declaração em formulário de papel. A partir de agora, o contribuinte que recebeu rendimentos com exigibilidade suspensa do Imposto sobre a Renda (que está depositado em juízo, aguardando determinação final da Justiça) também será obrigado a entregar a declaração pela internet.
Por fim, o prazo para a entrega da declaração foi alterado em apenas um minuto. No ano passado, o contribuinte podia realizar a declaração até as 24 horas do último dia de recolhimento - agora esse prazo é até as 23h59. Quem perder o prazo está sujeito a uma multa de 20% do imposto devido, com valor mínimo de R$ 165,74.
Segundo Adir, a expectativa é de que o órgão receba 24 milhões de declarações em 2010, ante 25,5 milhões em 2009. Apesar de as mudanças flexibilizarem as regras para cerca de 10 milhões de pessoas, a Receita não espera uma redução da mesma magnitude. Isso porque as pessoas têm motivos variados para prestar contas à Receita. Sem as mudanças, Adir estimava que cerca de 27 milhões entregariam declarações. Agora, a expectativa é de 24 milhões. “Tem muita gente que não precisa, mas entrega declarações”, disse Adir.

CONTRIBUINTES FORA DO PAÍS - Contribuintes que deixarem o Brasil de forma definitiva não precisarão mais fazer declaração de renda em no máximo 30 dias da saída do País. Agora, a declaração será feita somente em abril do ano seguinte à saída do contribuinte do Brasil. Mas a Receita também criou uma nova obrigação para esse cidadão: ele terá de comunicar sua saída definitiva do País à Receita até fevereiro do ano seguinte. Os contribuintes que deixam o País, mas ainda têm rendimentos no Brasil, têm tributação de 25% exclusiva na fonte. (Com Agência Estado).

Fonte: revista zap.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Construtoras projetam 20 lançamentos de imóveis só neste ano em Joinville


A maioria dois empreendimentos é para a classe média.


O mercado imobiliário de Joinville está fervendo. Neste ano, vão ser 20 novos empreendimentos, com 880 unidades, no valor de R$ 153 milhões.

— É a cidade mais atrativa do Estado, à frente de Balneário Camboriu, Florianópolis e Blumenau — diz Camilo Fortuna Pires, diretor da Companhia Província de Crédito Imobiliário.

O crescimento é favorecido pelos investimentos que a indústria está fazendo na região. Segundo a Fiesc, no ano passado foram aplicados R$ 183,2 milhões e, até 2010, outros R$ 278,2 milhões devem ser investidos anualmente.

O executivo avalia que o mercado local é 60% mais promissor do que o de Porto Alegre, que tem mais de 1,5 milhões de habitantes e tem 33 lançamentos programados para o ano.

A pesquisa mostra que boa parte dos imóveis disponíveis na cidade tem dois ou três quartos e é voltado para a classe média.

Os preços variam entre R$ 105 mil e R$ 350 mil. Centro e bairros da zona Norte concentram a maioria dos lançamentos. Grande parte das compras é feita por casais entre 30 e 39 anos. Há pouca disponibilidade de apartamentos de um quarto.

— Acreditamos que pelo preço dos terrenos ser elevado, as construtoras não invistam tanto nesse nicho de mercado — avalia Pires.

A possibilidade de que o crescimento continue nos próximos anos é grande.

— O que faz falta são condomínios de casas e apartamentos para as classes C e D, onde ainda existe um déficit de imóveis.

— É exigido um grande investimento em infra-estrutura nos loteamentos populares e de luxo, o que encarece as obras. Casas populares chegam ao consumidor por R$ 70 mil.


Fonte: A Notícia.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Segmento popular é tendência no mercado imobiliário

Segmento imobiliário investe em novos segmentos para escapara da crise.

Apesar da crise, o mercado imobiliário continua investindo em empreendimentos diferenciados, focados em novos públicos. As famílias de classe D, por exemplo, estão em franca ascensão e muitas delas passam a figurar na classe C e começam a investir no tão almejado sonho da casa própria. Um novo rumo de estabilidade econômica e de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), forte tendência do ano de 2009, é acompanhado do lançamento de linhas de crédito mais longas, especialmente desenvolvidas com foco nesse novo tipo de investidor.

Com maior acesso às linhas de crédito, desenvolvem-se novos comportamentos de consumo e aspirações mais ambiciosas, especialmente no que diz respeito à classe C. Com isso, surgem também novas oportunidades de negócios com práticas e tecnologias diferenciadas.

Pedro Cesar Rychuv Santos, consultor do Sebrae no Paraná, lembra que é preciso que o empresário do ramo de construção civil esteja preparado para desenvolver produtos de qualidade, com preços acessíveis, atendendo os desejos de um público cada vez mais exigente e a procura de produtos conceituais, desenvolvidos com o intuito de proporcionar bem-estar ao seu dia a dia e de sua família".


Fonte: DCI (SP)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Crescimento do Mercado Imobiliário



Crise passou longe.
“O mercado imobiliário brasileiro cresceu muito entre 2006 e 2007 com a abertura de capital da Construção Civil e com empresas estrangeiras que aportaram no Brasil” – diz Marco Antonio Moura Demartini, diretor da Lopes Royal (DF). “Havia uma dinâmica de desenvolvimento muito forte até que veio a Crise, com o conseqüente recuo das empresas que passaram a realizar apenas o que estava previsto. Neste período o mercado se readaptou e o segmento despontou com a abertura de crédito. As empresas do setor imobiliário se voltaram também para o segmento econômico (casas até R$ 200 mil), como foi o caso da Lopes, que criou uma empresa voltada para este segmento e que hoje é a terceira em vendas. Outro exemplo é a Cirella que tem 30% das vendas neste segmento e que deverá chegar a 50% ano que vem. No caso de Brasília, o mercado é muito diferente do restante do País. Nossa população economicamente ativa é formada por 65% de funcionários públicos.

Nossa renda per capita está na casa dos 37 mil reais. Somos o segundo mercado imobiliário do Brasil com um crescimento de 161% sobre o primeiro semestre de 2008. Resumindo: “a crise passou longe daqui”.

Nos trilhos da realidade.
“A crise financeira internacional reconduziu o mercado imobiliário brasileiro aos trilhos da realidade”. É esta, em outras palavras, a análise do assunto feita por João Crestana, presidente do Secovi-SP. “O ano de 2007 foi irracional, com um crescimento fora do normal, impulsionado pela euforia que havia tomado conta dos Estados Unidos e que estava chegando por aqui. E 2008 seguia o mesmo caminho, com uma expansão de quase 15% sobre o ano anterior, até que veio a crise. O efeito do vendaval soprado por Wall Street foi um retorno à realidade e pode representar a volta à linha de crescimento sustentável que se desenhou entre 2001 e 2006 quando o setor cresceu entre 5% e 15% ao ano. Em 2007, com a chegada da euforia, o salto foi de 22,6% em novas unidades residenciais comercializadas”.
Fonte: catenaecastro.com. br

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Mercado imobiliário vive bom momento.

Economia estável e medidas do PAC geram otimismo no setor

Os financiamentos imobiliários do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiram R$ 9,5 milhões em 2006. O crescimento foi de 95,5% em relação à 2005, segundo levantamento da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip ). No primeiro quadrimestre de 2007 o volume de empréstimos do SBPE superou em cerca de 90% o volume alocado ao mercado nos 12 meses anteriores. A companhia de financiamento hipotecário Brazilian Mortgages, especializada em operações financeiras voltadas para construtoras e incorporadoras, anunciou no mês passado sua entrada no mercado de crédito a pessoas físicas. Acreditando no bom momento da economia brasileira, a empresa lançou um programa de financiamento de imóveis voltados para a classe baixa, com prazos que chegam a 30 anos. São sinais de que o mercado imobiliário brasileiro vive um bom momento graças à economia estável. Os prognósticos ficaram ainda mais otimistas após a divulgação das medidas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em janeiro de 2007.

Entre 2005 e 2006, o valor do crédito imobiliário cresceu mais de R$ 6 bilhões. Este ano espera-se um novo acréscimo de R$ 4,6 bilhões que deverá elevar o volume global de crédito para algo em torno de R$ 21 bilhões. “Nos últimos anos, uma série de mudanças institucionais, a queda na taxa de juros e o crescimento da renda propiciaram um aumento considerável na oferta de crédito no país, permitindo traçar uma trajetória mais favorável para a habitação”, acredita Fernando Garcia, economista da Fundação Getúlio Vargas, que coordenou um estudo sobre crédito imobiliário no Brasil. Segundo ele, o investimento das famílias em habitação até 2010 deve representar 5,3% do PIB, sendo que o crédito atenderá 27% desses investimentos. Em artigo publicado no Portal Exame, Roberto Perroni, diretor superintendente da Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário menciona que, em três anos, clientes da incorporadora saíram de apartamentos de R$ 350 mil para imóveis de R$ 800 mil. “A renda desses clientes dobrou? Certamente que não”, diz ele. “O que ocorreu foi uma mudança no mercado com a queda das taxas de juros e, principalmente, o alongamento dos prazos de pagamento, que passou de 36 meses para até 30 anos”, completa.

“Esta lei regulamentou o conceito de patrimônio de afetação que dá segurança aos compradores que adquirem imóveis durante a fase de construção”, diz ele. O patrimônio de afetação consiste na adoção de um patrimônio próprio para cada empreendimento, separado das demais operações da incorporadora ou construtora. Com a nova regra, todas as dívidas, de natureza tributária, trabalhista e junto a instituições financeiras, ficam restritas ao empreendimento em construção, não tendo qualquer relação com outros compromissos e dívidas assumidos pela empresa.

Isso evita o que o mercado apelidou de “efeito bicicleta” ou “pedalada”: situação das empresas em dificuldade econômica que desviam recursos de um novo empreendimento para um anterior e assim sucessivamente. O exemplo não tão recente, mas ainda vivo para os cerca de 40 mil clientes prejudicados, é o da construtora Encol, cuja falência deixou mais de 700 empreendimentos imobiliários inacabados. A mesma lei cria também a figura do incontroverso: nas demandas judiciais os valores que não estão sendo questionados devem continuar a ser pagos. “Isso deu maior segurança aos agentes financeiros e possibilitou que o retorno das operações se constituisse em importante fonte de recursos para novas operações”, explica Gonçalves.

Fonte: www.comciencia.br

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Mercado imobiliário aposta na ecologia


Cresce o número de casas e apartamentos criados com preocupação ecológica.
Fique de olho: em alguns casos, promessas "verdes" podem ser exageradas.

A preocupação com o meio ambiente chegou à mesa dos corretores imobiliários. Em São Paulo, cresce o número de casas e apartamentos criados com cuidado ecológico.

Uma construtora lançará no mês que vem um condomínio que promete respeitar a natureza, apesar de reunir mil pessoas em suas quatro torres.
“Acreditamos que nosso papel seja um papel de melhoria da qualidade de vida das pessoas e a gente usou um processo industrial pra viabilizar um custo acessível”, afirma Luiz Fernando do Valle, presidente da construtora.
Todo o esgoto dos 400 banheiros será tratado dentro do próprio condomínio e usado de novo nas descargas; a água da chuva também será coletada para regar a futura horta; cuidados que podem economizar em até 30% as despesas do futuro condomínio.

Novos hábitos

Cuidados como esse, até agora mais comuns em empreendimentos de alto padrão, já chegam uma variedade maior de condomínios. Em outra unidade que começa a ser vendida no centro de São Paulo, o respeito à natureza está em toda a parte: tem churrasqueira sem carvão, torneiras com temporizador e até usar energia solar para a iluminação das áreas comuns.

O síndico de uns empreendimentos de alto padrão lembra que não basta ter os equipamentos ecologicamente corretos. É preciso saber usá-los. “Tem que ter uma cultura, uma educação, constante treinamento dos proprietários e dos seus funcionários, porque a torneira verde fica ao lado da torneira normal e a água sai das duas torneiras”, diz Robert Schäfer.

Nem tanto

Segundo pesquisadores de arquitetura e urbanismo, todo cuidado com a natureza é importante e bem-vindo. Mas é preciso tomar muito cuidado com as promessas "verdes" para que elas não sejam meros chamarizes na hora da venda do imóvel. E em empreendimentos onde vai viver muita gente, não basta tomar conta da ecologia só do lado de dentro dos portões.

A pesquisadora da Universidade de São Paulo lembra que grandes conjuntos residenciais sempre causam impacto na cidade, mesmo incorporando as últimas novidades ecológicas. “Sustentáveis, de forma geral, eles não são. Eles têm algumas características que são desejáveis pra você diminuir a sua agressão ao meio ambiente de forma individual”, explica a urbanista Luciana Travassos.


Fonte: g1.globo.com

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Mercado imobiliário comemora boa fase e prevê crescimento maior ainda em 2010.

O aumento no financiamento de imóveis repercute direto no setor da Construção Civil, que vai fechar o ano com aumento de 23% nas vendas em relação a 2008.

Em 2009 houve um crescimento de 110% nos valores financiados para compra de imóveis em Pernambuco. No ano passado fora R$ 380 milhões e em 2009 o valor aumentou para R$ 800 milhões. 14% deste total foram destinados aos contemplados pelo programa Minha Casa, Minha Vida.
A supervisora de atendimento Cláudia Ferrer está a dois meses de realizar dois sonhos: casar e comprar uma casa própria. Ela e o noivo compraram um apartamento no bairro de Rio Doce, em Olinda, no valor de R$ 55 mil. A conquista foi facilitada pelo programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, que custeou R$ 17 mil reais, ajudando na compra do apartamento.
“Nós encontramos o apartamento, pegamos a documentação e já fomos direto à Caixa para dar entrada. O processo seguinte a Caixa Econômica já resolveu tudo com a gente e a gente assinou o contrato em cerca de 40 dias”, conta Cláudia.
O ano que vem promete ser ainda melhor porque os projetos já estão na Caixa. “Estão sendo analisados os projetos que tinham dificuldade de identificação de espaço, de terreno e certamente vários outros projetos virão pra cá pelo que a gente tem observado nas conversas com as prefeituras e Governo do Estado”, afirma Pedro Santiago, superintendente regional da Caixa Econômica Federal. “Nos próximos três meses a gente deve ter pelo menos o dobro de contratações que a gente tem hoje aqui”, calcula Santiago.
O aumento no financiamento de imóveis repercute direto no setor da Construção Civil, que vai fechar o ano com aumento de 23% nas vendas em relação a 2008. O presidente do Sindicato das Empresas da Construção Civil (Sinduscon), Gabriel Neves, comemora a boa fase e prevê um cenário mais otimista ainda em 2010. ”Esse crescimento em torno de 23% foi na faixa de imóveis para classe média, mas agora nós vamos ter imóveis voltados para classe mais popular, imóveis em torno de 40 mil reais”, explica Neves.

Fonte: Globo notícias.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Caixa Econômica pagará R$ 682 milhões a cotistas do FGTS

A Caixa Econômica Federal vai pagar cerca de R$ 700 milhões para cotistas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O pagamento foi determinado por uma decisão da Justiça e envolve cerca de 60 mil cotistas do fundo. A questão levou quatro décadas para ser decidida nos tribunais e se refere aos juros não corrigidos da chamada taxa remuneratória, que foi criado junto com o FGTS em 1967 e eliminado em 1971.
A taxa remuneratória era uma capitalização progressiva dos juros, cuja finalidade era atrair os trabalhadores para o FGTS. O percentual variava de 3% a 6% ao ano, conforme o tempo de atuação em uma empresa.
As primeiras ações na Justiça datam de 1973. No total, a Caixa Econômica vai pagar R$ 692 milhões a 60.529 cotistas. Destes, 7.962 pessoas no Rio de Janeiro devem ser contempladas pelo dinheiro, que será liberado ainda este mês ou em fevereiro.
“É um sentimento de compromisso e consciência da Conselho Curador e da Caixa de que o FGTS é privado. Estamos recompondo um direito do trabalhador”, declarou ao jornal “O Globo” o vice-presidente de Fundos de Governos e Loterias da Caixa, Wellington Moreira Franco.
Os valores variam entre R$ 380 a R$ 17.800. Os herdeiros legais dos trabalhadores que já tenham morrido terão direito a receber o dinheiro.

Fonte: SRZD.